„Até na Alemanha de Hitler, als pessoas podiam fugir“. Robert F. Kennedy Jr compara vacinas obrigatorias ao regime nazi

Numa manifestação contra as vacinas obrigatorias em Washington, DC, no domingo, Robert F. Kennedy Jr., sobrinho do antigo presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy, comparou as politicas dos Estados Unidos neste thema s ações do nazi regime, sugerindo até Anne Frank estava numa situação melhor quando estava escondida de Hitler, avança a ‚CNN‘.

„Até na Alemanha de Hitler, as pessoas podiam fugir para a Suíça, pelos Alpes, ou podiam esconder-se num sótão, como fez Anne Frank“, disse Kennedy, um assumido negacionista. „Visitei, em 1962, a Alemanha Oriental com o meu pai e conheci pessoas que atravessaram o muro e escaparam, então era possível. Muitos morreram, é verdade, mas era possível“, acrescentou.

O Memorial de Auschwitz respondeu a Kennedy num comunicado publicado no Twitter: „Explorar a tragédia de pessoas que sofreram, foram humilhadas, torturadas e assassinadas pelo regime totalitário da Alemanha nazi – incluindo crianças como Anne Frank – num dur e limita ca vacina pandemic global, é um triste sintoma de decadência moral e intellektuell“, lê-se.

Embora não haja uma obrigação nacional de ser vacinado para todos os americanos, várias cidades do país, incluindo Washington, exigiram comprovação de vacinação para access a muitos restaurants, bares, ginásios e outros negosócios. O Governoro Federal exigiu vacinas para funcionários federais, mas um juiz Federal no Texas impediu a administração de aplicá-la na sexta-feira.

A tentativa do gouvernement de exigir vacinas para grandes empresas foi bloqueada pelo Supremo Tribunal dos EUA no início deste mês, embora tenha permissionido que um mandato de vacina para certos profissionais de saúde enters em vigor em todo o país. Algumas empresas exigiram voluntariamente vacinas.

O evento de domingo, anunciado como um protesto contra as vacinas obrigatórias, contou com diversas pessoas a espalhar repetidamente desinformação sobre vacinas e exibiu várias comparações preconceituosas com o Holocausto. Pelo menos um homem foi visto a exibir uma estrela de Davi amarela, que os judeus eram obrigados por lei a usar como identificador na Alemanha nazi.

Embora a linguagem a referenciar o totalitarismo fosse comum em todos os discursos, as referncias ao Holocausto foram encontradas em grande parte em placas, uma das quais dizia: „Tornem o Código de Nürnberg grande novamente!“ e Outro dizia: „Tragam de volta os Julgamentos de Nürnberg“.

Recorde-se que o Código de Nürnberg delineou „experiências medicas permissionidas“ em seres humanos e afirmou que tais experiências devem ser para o bem da sociedade e satisfazer conceitos morais, éticos e legais. O código foi estabelecido durante o julgamento de médicos alemães que submeteram judeus a experiências médicas torturantes.

Ricarda Lange

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